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25 de Julho de 2017

Reunião em Mongaguá discutiu proposta de alteração de lei sobre segurança alimentar

Reunião em Mongaguá discutiu proposta de alteração de lei sobre segurança alimentar

A reunião da Comissão Regional do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea-SP) da Baixada Santista, realizada no último dia 19, debateu a proposta de alteração da lei do Consea municipal e a inclusão da participação indígena na feira convencional de produtos agropecuários. O encontro, realizado em Mongaguá, foi promovido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Entre os temas debatidos no encontro regional se destacaram a instalação de feira orgânica e a produção de compostagem.

A programação também contou com a palestra “Importância do desenvolvimento de ações sobre associativismo, cooperativismo e economia solidária nos municípios da Baixada Santista”, ministrada por Flavio Rizi Junior, diretor-técnico do Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) de São Paulo, da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), ligada à Secretaria.

Além disso, os participantes discutiram a programação da “Semana Regional de Alimentação” para comemorar o Dia Mundial da Alimentação, celebrado em 16 de outubro, para a realização de eventos nas cidades que compõem a Regional da Baixada Santista.

Estiveram presentes na reunião representantes dos municípios de Mongaguá, Santos, São Vicente, Bertioga, Peruíbe e Praia Grande.
 

Visita à prefeitura de Mongaguá

A equipe da Secretaria também visitou a sede da prefeitura municipal de Mongaguá para debater o fortalecimento da segurança alimentar e nutricional no município. Participaram da visita a assessora jurídica da prefeitura, Silvana Cuculo Diz, a diretora técnica do Consea-SP, Jaciara Bertasi, o assistente agropecuário da Cati, Flávio Rizi Júnior, e Ubiraci Loureiro, da Crsans Baixada Santista e secretario do Consea municipal de Mongaguá.

“Para que possamos ter segurança alimentar e nutricional são necessários alimentos saudáveis e em quantidades suficientes para alimentar toda uma nação.  Daí vem a importância da agricultura familiar nesse contexto. Produção local e consumo local, produtores organizados, com assistência técnica e extensão rural públicos, são os instrumentos para garantir a efetividade do direito humano fundamental à alimentação”, declarou Flávio Rizi.

Fonte: Consea